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Coordenador e pesquisadores apresentam sistema de monitoramento ao Ministério da Saúde

O objetivo da missão foi apresentar o Sistema Retratos da Atenção Primária à Saúde para a equipe da coordenação do Ministério da Saúde. Publicado em:
Descrição da imagem: Cinco pessoas posam para a foto. Respectivamente: professor doutor João Paulo Queiroz, representante do Ministério da Saúde, Aliadne Sousa, pesquisadora do NAVI Jordana Paiva, pesquisador do NAVI Pablo Holanda e representante do Ministério da Saúde Kattia Mota.

O coordenador do NAVI, professor João Paulo Queiroz e pesquisadores se reuniram nos dias 12 e 13 de setembro no Ministério da Saúde, em Brasília. O objetivo da missão foi apresentar o Sistema Retratos da Atenção Primária à Saúde para a equipe da Coordenação Geral de Monitoramento e Avaliação da Atenção Primária – CGMAPT/SAPS/MS.

O sistema dará maior transparência as informações de mais de 42 mil equipes de saúde presentes em 5.324 municípios participantes do 3º Ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). 

Com isso, são disponibilizados, para o Ministério da Saúde, dados de 13.775 equipes de Saúde da Família, 25.090 equipes de Saúde da Família com Saúde Bucal, 4.110 Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica e 30.346 Unidades de Saúde da Família.

O programa tem como objetivo incentivar os gestores e as equipes a melhorarem a qualidade dos serviços de saúde oferecidos aos cidadãos do território. Para isso, propõe um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde, a  partir do repasse de recursos do incentivo federal para os municípios participantes que atingirem a melhoria no padrão de qualidade no atendimento. 

Atenção básica

A Atenção Básica (AB) no Brasil é considerada ordenadora das Redes de
Atenção em Saúde (RAS) e, enquanto um dos eixos estruturantes do Sistema Único de Saúde (SUS), é uma das prioridades do Ministério da Saúde (MS) e do governo federal.

Nos últimos anos, com a consolidação da atenção básica, houve maior oferta de ações de saúde essenciais à população brasileira. O País alcançou uma cobertura estimada de mais da metade da população brasileira pela Estratégia Saúde da Família (ESF) e uma cobertura populacional por outros modelos de AB que pode variar entre 20% e 40%.



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