NAVI e IFRN lançam Hackathon on-line com R$7 mil em prêmios

Todos os dias, milhares de mortes são registradas no Brasil. Para simplificar o registro desses óbitos, foi criado o Sistema de Codificação das Causas Básicas do Óbito. O sistema serve […]

Equipe de Comunicação NAVI
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Todos os dias, milhares de mortes são registradas no Brasil. Para simplificar o registro desses óbitos, foi criado o Sistema de Codificação das Causas Básicas do Óbito. O sistema serve para que seja possível identificar a causa primária da morte de uma pessoa, como, por exemplo, uma doença.

Dessa forma, a demanda por codificação das causas de óbito se amplia exponencialmente e passa a ser uma atividade permanente do sistema de saúde. Nesse contexto, é natural que a prática passe a ser uma tarefa institucional primordial, a ser assumida organicamente pelo Sistema Único de Saúde.

Com o objetivo de dar sua contribuição e construir soluções inovadoras que auxiliem no registro das causas de morte no Brasil, o Núcleo de Inovação Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (Navi/IFRN) promove o “Hackathon Causa Básica do Óbito”.

Inscrições

 As inscrições do evento seguem abertas até o dia 9 de novembro, podendo participar estudantes dos ensinos médio e superior do Brasil. Para se inscrever, é preciso ter matrícula ativa em instituição pública ou privada de ensino, em nível de curso técnico ou graduação. Após preencher o formulário de inscrição, os alunos interessados deverão formar equipes com quatro integrantes, organizadas, preferencialmente, da seguinte forma: 1x Perfil Business, 2x Hackers (Desenvolvedores) e 1x UX/UI (Design). Ao todo, são R$ 7 mil em prêmios para os vencedores.

Estrutura do evento

O “Hackathon” será dividido em etapas e terá início no dia 14 de novembro. As equipes contarão com várias palestras ao longo do evento, que tem duração de 20 dias. A equipe vencedora será conhecida em 5 de dezembro. “Nosso evento será on-line, em respeito à pandemia, mas isso só deixará a competição mais elétrica ainda. Estamos unindo a inovação de um sistema muito importante para o Brasil com uma competição motivadora para todos os estudantes”, afirmou João Paulo Queiroz, coordenador do Navi.